Repetir Não É o Mesmo Que Escolher
"O movimento pode parecer decisão enquanto o padrão continua conduzindo"
A pessoa diz que escolheu ficar, silenciar ou aceitar, mas talvez tenha apenas obedecido a uma defesa antiga. O que é repetido muitas vezes se torna familiar, e o familiar pode parecer seguro mesmo quando devolve a pessoa aos mesmos lugares de abandono.
A consciência cria uma pausa entre o impulso e o passo. Nessa abertura, torna-se possível perceber o que está conduzindo e considerar outra direção. O círculo não se rompe pela pressa de agir diferente, mas pela presença que transforma movimento automático em escolha.