O Conhecido Que Destrói Não É Lar
"Familiaridade não transforma uma dinâmica dolorosa em cuidado"
A pessoa retorna a ambientes, relações ou comportamentos que reproduzem dores antigas. Não porque sejam saudáveis, mas porque o medo reconhece a dinâmica, a carência reconhece a promessa e a culpa reconhece um lugar onde continuar pagando dívidas emocionais.
A consciência pergunta: isto me acolhe ou apenas me lembra uma dor conhecida? O desconhecido pode causar insegurança, mas aquilo que corrói a dignidade não deve receber o nome de lar. Nomear a diferença abre a porta para outra forma de pertencimento.